CBD é considerado doping?

Quando competições esportivas mundiais estão em curso, como as Olimpíadas, fala-se muito sobre o doping e as substâncias que não podem ser utilizadas pelos atletas nas competições, pois são consideradas potencializadoras de performance. Este ano, pela primeira vez, o CBD não será considerado doping nos jogos olímpicos, isso porque desde 2018 ele foi tirado, pela Agência Mundial Antidoping (WADA, sigla em inglês), da lista de substâncias proibidas para os atletas. 

Vamos entender um pouco mais sobre os caminhos do CBD nos esportes e os benefícios da liberação desta substância para os atletas. 

O que é doping? 

De acordo com a Agência Mundial Antidoping (WADA), criada em 1999 para controlar o uso de substâncias proibidas nas competições mundiais, o doping é a presença de elementos no corpo que interfiram no desempenho do atleta, identificadas através de exames de sangue e/ou urina que obrigatoriamente antecedem as competições, os chamados testes antidoping. Existem muitas substâncias que podem dar vantagem aos competidores e o doping é uma prática repudiada pelas federações esportivas e atletas em todo o mundo. Existe uma lista de substâncias proibidas, atualizada anualmente, e o CBD figurava nessa lista até a atualização para o ano de 2018. 

O CBD e o doping 

Por muitos anos era unanimidade que todas as substâncias derivadas da Cannabis fossem consideradas ilícitas e a presença de CBD no corpo era considerada doping em competições esportivas. Após o avanço da ciência nas descobertas do uso do CBD no tratamento de diversas doenças, o conceito mundial sobre o canabidiol foi mudando e a Cannabis não aparece mais na lista de substâncias proibidas em competições. A permissão do CBD nos esportes foi recebida com entusiasmo pelos atletas, já que a substância é muito eficiente no controle de inflamações e no combate à dor e apresenta poucos efeitos colaterais, além de ser utilizada no tratamento de diversas outras doenças e, se o atleta precisa desse tratamento, descontinuá-lo pode trazer malefícios para a sua saúde. 

Após retirar o CBD da lista de substâncias proibidas nos esportes, a WADA, seguindo a tendência mundial de descriminalização, também suavizou as punições pelo uso recreativo de substâncias, desde que o consumo tenha ocorrido fora das competições. Foi criada uma lista das substâncias consideradas recreativas, que também será atualizada anualmente. 

Os atletas e o CBD 

Sabemos que muitos atletas de alto rendimento sofrem com dores musculares e lesões que ocorrem por conta do esforço e grande impacto a que são expostos com seus treinamentos e competições nos esportes que praticam. A liberação do CBD para competições vem como uma alternativa natural de controle da dor e recuperação de lesões, substituindo os corticoides que ainda são proibidos na lista da WADA. 

Já são conhecidos também os efeitos do CBD na regulação do sono e diminuição da

ansiedade, então o fitoterápico vem como uma alternativa para o bem-estar do atleta. A exclusão do CBD da lista de doping é uma quebra de paradigma e uma grande evolução. É o que diz Daniel Chaves, maratonista olímpico brasileiro que faz uso regular do CBD para depressão e ansiedade, que não precisará abrir mão do uso do canabinoide para poder participar de competições. 

Chaves começou a desenvolver depressão após não passar nas classificatórias das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Não bastasse o peso de ser desclassificado das Olimpíadas em seu próprio país, os patrocínios que tinha foram encerrados e ele enfrentou tempos sombrios até que, em 2018, tentou o suicídio. Durante esse período, passou por diversos tratamentos com ansiolíticos convencionais que o faziam muito mal por conta dos efeitos colaterais. 

O tratamento com intervenção terapêutica e o óleo de CBD foi o que surtiu efeito para que Chaves voltasse a ter uma vida normal e continuasse perseguindo o sonho de ser atleta olímpico. Chaves conta que descobrir o CBD foi um divisor de águas em sua vida e que, apesar de ainda não ter vencido a depressão, está psicologicamente estabilizado e conseguiu se classificar para as Olimpíadas de Tóquio. 

Bruno Soares é um tenista brasileiro que usa o canabidiol há mais de três anos para cuidar do corpo e das lesões ocasionadas pelo esporte. Ele conta que sempre gostou de medicamentos mais naturais e que usa o CBD por conta da sua potência anti-inflamatória combinada com a ausência de efeitos colaterais. Ele começou a ver relatos de atletas americanos que se beneficiavam do uso do CBD e, após se aprofundar no assunto e conversar com seu médico, resolveu tentar e desde então utiliza o canabinoide. Ele conta ainda que vê o corpo dele como uma máquina e que jamais colocaria nessa máquina uma substância que fizesse mal. 

A história desses atletas reflete a de muitas pessoas que se tratam com medicamentos à base de CBD e a aceitação da substância pela WADA é uma conquista para todo o mundo. Apesar de ainda pouco difundido entre os atletas no Brasil, em outros países o CBD já é muito utilizado para as dores causadas pelo nível de treino dos esportistas e o popular analgésico ibuprofeno já foi substituído pelo CBD por muitos atletas de alta performance americanos, já que nos EUA a legalização dos canabinoides já caminha a passos largos há muito mais tempo que no Brasil. 

Nos Estados Unidos já é uma realidade o uso do CBD nos esportes e vários atletas de alto rendimento já admitem fazer uso da substância. É o caso das jogadoras de futebol Megan Rapinoe e Alex Morgan, que defendem publicamente os benefícios da substância nos esportes. Também entre as figuras americanas do esporte que apoiam o CBD está Mike Tyson, que defende abertamente o assunto por ser benéfico para os lutadores, que sofrem muitas lesões na cabeça e podem sofrer problemas neurológicos. 

No Brasil, o Sindicato dos Atletas de São Paulo (Sapesp) sai na frente quando o assunto é a pesquisa dos benefícios do CBD nos esportes, começando com lutadores, mas com a intenção de expandir para outros esportes no futuro.

A Pangaia e os atletas 

Nosso compromisso com a saúde natural e a qualidade de vida nos levou a patrocinar três atletas paraolímpicos da natação nas Olimpíadas de Tóquio. Eles são Roberto Alcalde, Susana Schnarndorf e Talisson Glock, que estão com a gente para mostrar que o esporte é garra, determinação e superação, mas também é cuidado com a saúde. A Pangaia preza pela saúde natural e é pautada nos pilares de qualidade, inovação e pesquisa. Somos uma empresa multinacional norte-americana que atua no mercado brasileiro como comerciante de produtos à base de Cannabis. 

Com garantia de qualidade e Certificado Orgânico, nosso óleo de CBD é eficaz e acessível para quem busca um tratamento medicinal natural à base de compostos da Cannabis e garante melhora da qualidade de vida. 

Acompanhe nosso blog e redes sociais para conhecer mais sobre os benefícios do CBD!

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