A história da Cannabis – uma das mais antigas plantas medicinais do mundo

 

A Cannabis medicinal vem mostrando uma crescente popularidade em todo o mundo entre cientistas, médicos e pacientes de diversas doenças. Mas, não é de hoje que ela vem sendo usada e acumulando descobertas sobre o seu uso medicinal há milhares de anos. Vamos conhecer um pouco mais sobre a história desta planta que pode ser a próxima revolução da medicina?

 

Os registros mais antigos

 

Os primeiros registros do cultivo da Cannabis datam de 8.000 a.C., mas arqueólogos já encontraram evidências do seu uso desde o período neolítico, quando o ser humano começou as lavouras. Isso demonstra fortes indícios de que a Cannabis está entre nós desde a idade da pedra. 

O primeiro registro do uso medicinal da Cannabis de que se tem notícia está em um livro chinês chamado Pen Tsao, a primeira enciclopédia farmacológica que o mundo já conheceu. Nesta época, na China, o imperador Shen Neng prescrevia a Cannabis medicinal para o tratamento de uma série de patologias.

Logo a popularidade da planta se espalhou pelo mundo e ela fez parte da história dos egípcios, persas, judeus, indianos, árabes, orientais, romanos e muitos outros povos, sendo prescrita pelos médicos como a planta que curava tudo.

No ano 70 d.C. foi publicado por Pedânio Dioscórides o livro Matéria Médica, que catalogou mais de mil vegetais com propriedades farmacológicas, e entre eles estava a Cannabis como um potente tratamento para dores e inflamações.

 

Relatos ao longo dos anos

 

No século 15 temos o primeiro registro da Cannabis sendo utilizada para a epilepsia refratária, quando uma criança epiléptica em Bagdá foi tratada com haxixe. Outro relato mais recente, que aconteceu na Índia, no século 19, conta que havia uma criança com convulsões severas já sem esperanças de um tratamento eficaz quando um médico chamado William O’Shaughnessy resolveu tentar administrar tintura de cânhamo na criança, fazendo com que as convulsões cessassem. No artigo de jornal em que este relato foi publicado, o médico dizia: “A criança agora está em gozo de saúde robusta e recuperou o gordo natural e aparência feliz”.

Em 1889 foi publicado um artigo na revista The Lancet relacionando à Cannabis medicinal como tratamento para a dependência do ópio, informando que a erva reduzia a dependência ao medicamento ao mesmo tempo em que produzia um efeito antiemético nos pacientes. Desde então, até o início do século 20, a Cannabis se consolidou como medicamento nos Estados Unidos e na Europa.

Cânhamo, uma fibra natural muito resistente, oriunda da Cannabis, que foi muito explorada para a produção de tecidos, telas de pintura, velas e cordas para grandes embarcações, foi um dos grandes motivos que levou o mundo a reprimir a planta e todas as suas vertentes. No início do século 20, a indústria têxtil, vendo a Cannabis como uma grande ameaça, passou a estimular e promover o preconceito com a Cannabis e seus efeitos psicoativos, já que ela era muito utilizada pelos povos considerados menos favorecidos na época, como os árabes, chineses, mexicanos e negros.

A partir desse momento e perdurando por todo o século, com uma grande ajuda da mídia iniciou-se uma onda de desinformação que passou a rondar a planta, fazendo com que as descobertas científicas sobre ela passassem a ser não só desestimuladas, mas também proibidas. A tese mundial era de que a maconha era um mal e que deveria ser erradicada da sociedade como um todo. Foi em 1961, em uma convenção da ONU, que a maconha foi proibida de vez e iniciou-se a guerra contra as drogas que conhecemos até hoje. Há uma especulação dos estudiosos do tema de que essa guerra foi também uma manobra da indústria bélica para manter em alta os conflitos armados e continuar enriquecendo.

 

O cientista que mudou a história

 

Entre 1963 e 1964, logo depois da ONU declarar guerra contra a maconha e pedir ações mundiais de repressão à planta, o Professor e Doutor Raphael Mechoulam, da Escola de Medicina da Universidade Hebraica de Jerusalém, isolou em laboratório o canabidiol e o tetra-hidrocanabinol, os famosos CBD e THC. Foi ele quem descobriu que, assim como as plantas, os mamíferos também produzem seus canabinoides e, partindo disso, fez a maior descoberta da história da Cannabis medicinal, talvez a maior descoberta do século: o nosso sistema endocanabinoide.

A partir deste momento, motivados pelas descobertas do sistema endocanabinoide, outros cientistas de todo o mundo somaram seus esforços à desmistificação da Cannabis medicinal, promovendo pesquisas científicas para o tratamento de diversas doenças, fazendo descobertas impossíveis de serem ignoradas e nos trazendo ao momento presente, momento esse em que a Cannabis medicinal está ganhando seu espaço como um potente medicamento que pode revolucionar a medicina moderna.

 

Pangaia, mais de 15 anos de experiência em Cannabis medicinal

 

A Pangaia é uma empresa multinacional que atua no mercado brasileiro como comerciante de produtos à base de Cannabis. 

Nossa fabricante, a Elite Products International INC, é uma empresa certificada pelo FDA e especialista em derivados de cânhamo de alto nível, que são cultivados organicamente, sempre na busca de melhorar os processos produtivos. Toda a produção passa por um rigoroso controle de qualidade em todas as suas etapas.

Com garantia de qualidade e Certificado Orgânico, nosso óleo de CBD é cada vez mais indicado por médicos e profissionais da saúde, pois reúne centenas de canabinoides, além de outras propriedades medicinais potentes, resultando em um método de tratamento alternativo e seguro no combate a uma ampla gama de patologias e dores. 

Nós nos inspiramos no passado da Cannabis medicinal para transformar o futuro de bilhões de pessoas em todo o mundo. Por isso nos comprometemos não só em produzir um produto de altíssima qualidade e valor acessível, mas também em disseminar informações sobre esta planta que tem muita história e muitos benefícios. Nos acompanhe nas redes sociais e conte conosco para cuidar da sua saúde naturalmente.

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